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MÚSICA NAS IGREJAS

185 igrejas

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

755 novo MUSICA IGREJA

 

A Câmara Municipal de Cascais e a Fundação D. Luís I, no prosseguimento da sua missão de promoção da Cultura e valorização do Património edificado, organiza, com a colaboração da Vigararia de Cascais, um ciclo de concertos mensais nas Igrejas do Concelho, que decorrerá entre Dezembro de 2019 e Abril de 2020.


Esta programação, que inclui repertório variado sobretudo dos séculos XVII e XVIII, cuja interpretação estará a cargo de reputados grupos especialmente dedicados à música sacra e à interpretação historicamente informada, percorrerá as Igrejas Paroquiais de Cascais, Estoril, Carcavelos e S. Domingos de Rana e a Igreja de Nossa Senhora dos Navegantes em Cascais.


O primeiro concerto do ciclo terá lugar no próximo dia 28 de Dezembro, às 21:30 horas, na Igreja de Nossa Senhora dos Remédios, Paroquial de Carcavelos. A Schola Cantorum da Catedral de Santarém, acompanhada pelos organistas João Vaz e Sérgio Silva, sob a direcção de Pedro Rollin Rodrigues, apresentará uma sequência de canções de Natal das tradições inglesa, alemã, francesa, catalã e portuguesa arranjadas por compositores como Johann Sebastian Bach (1685-1750), Ralph Vaughan Williams (1872-1958), Gustav Holst (1874-1934) e David Willcocks (1919-2015), que intercalarão com leituras alusivas ao tempo do Advento e do Natal.

 

 

 

 

 


 

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Abertura

AURELIO BONELLI (c. 1569-p.1620)

Toccata Cleopatra

 

Festival de Leituras e Canções

HENRY JOHN GAUNTLETT (1805-1876) / DAVID WILLCOCKS (1919-2015)
Once in royal David's city

LEITURA 1: GN. 3, 8-19
«Deus diz a Adão que ele perdeu a vida no paraíso»

JOÃO VAZ (1963)
Prelúdio para «This is the truth sent from above»

TRADICIONAL INGLESA / RALPH VAUGHAN WILLIAMS (1872-1958)
This is the truth sent from above

LEITURA 2: IS. 11, 1-9
«A paz de Cristo é anunciada»

JOÃO VAZ
Prelúdio para «Adam lay ybounden»

BORIS ORD (1897-1961)
Adam lay ybounden

LEITURA 3: LC. 1, 26-35; 38
«Anunciação do Anjo Gabriel à Virgem Maria»

SÉRGIO SILVA (1981)
Prelúdio para «In the bleak midwinter»

GUSTAV HOLST (1874-1934)
In the bleak midwinter

LEITURA 4: LC. 2, 1-7
«São Lucas conta o nascimento de Jesus»

JOÃO VAZ
Prelúdio para «Hark! The herald angels sing»

FELIX MENDELSSOHN-BARTHOLDY (1809-1847) / DAVID WILLCOCKS
Hark! The herald angels sing

LEITURA 5: JO 1, 1-14
«São João explica o mistério da Encarnação»

TRADICIONAL (INGLATERRA) / JOÃO VAZ
The First Nowell

 

Encerramento

JOHANN PACHELBEL (1653-1706)
Prelúdio «Vom Himmel hoch da komm' ich her»

MARTIN LUTHER (1483-1546) / JOHANN SEBASTIAN BACH (1685-1750)
Vom Himmel hoch da komm' ich her

TRADICIONAL (CATALUNHA) / JOHN RUTTER (1945)
El Noi de la Mare

TRADICIONAL (PORTUGAL) / MÁRIO DE SAMPAYO-RIBEIRO (1898-1966)
Natal de Elvas

TRADICIONAL (FRANÇA) / SÉRGIO SILVA
Pour l'amour de Marie

 


Schola Cantorum da Catedral de Santarém; João Vaz, Sérgio Silva, órgãos; Pedro Rollin Rodrigues, direcção

 

 

 

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BARTOLOMÉ DE SELMA Y SALAVERDE (ca.1595-ca.1638)
Susan[n]a [un jour] pasegiata [à] Basso solo

GIOVANNI BATTISTA VITALI (1632-1692)
Bergamasca
(Partite sopra diverse sonate per il Violone)

ANÓNIMO (Itália, séc XVII)
Aria [Bergamasca] con variationi
(Ms. 964, Arquivo Distrital de Braga)

DOMENICO GABRIELLI (1659-1690)
Ricercar 7 per violoncello solo

GIROLAMO FRESCOBALDI (1583-1643)
Toccata per l'Elevatione (Messa degli Apostoli)
(Fiori musicali, 1636)
Canzona settima a Basso solo «detta la Superba»

DOMENICO GABRIELLI
Sonata à violoncello solo, con il suo basso continuo, em lá maior in A major
Grave
Allegro
Largo
Presto

GIUSEPPE MARIA JACCHINI (c.1663-1727)
Sonata para violoncelo e baixo contínuo for cello and basso continuo, op.1, n.º7
Grave
Prestissimo
Adagio – Aria Presto

BERNARDO PASQUINI (1637-1710)
Partite sopra l'aria della Folia da Spagna
(Ms. 964, Arquivo Distrital de Braga)

DOMENICO GABRIELLI
Sonata à violoncello solo, con il suo basso continuo, em Sol maior in G major
Grave – Adagio – Presto
Allegro
Largo
Presto

 


Diana Vinagre, violoncelo barroco; João Vaz, órgão

 

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DE LALANDE LEÇONS DE TÉNÈBRES

 

ANDRÉ RAISON (ca.1640-1719)
Gravement au Grand Plein Jeu (1er Kyrie de la 3e Messe)
(Livre d'Orgue contenant Cinq Messes [...], 1688)

MICHEL-RICHARD DE LALANDE (1657-1726)
Troisième Leçon du Mercredi S.118
(Les III Leçons de Ténèbres et le Miserere a voix seule du Feu Mr. De Lalande [...], 1730)

LOUIS MARCHAND (1669-1732)
Plein Jeu
Fugue
Plein Jeu
(Pièces d'orgue du Grand Marchand [...], [ca. 1729])

MICHEL-RICHARD DE LALANDE
Troisième Leçon du Jeudi S.121
(Les III Leçons de Ténèbres et le Miserere a voix seule du Feu Mr. De Lalande [...], 1730)

PIERRE DU MAGE (1674-1751)
Plein Jeu
Récit
Grand Jeu
(1er Livre d'Orgue contenant une Suite du premier Ton [...], 1708)

MICHEL-RICHARD DE LALANDE
Troisième Leçon du Vendredi S.124
(Les III Leçons de Ténèbres et le Miserere a voix seule du Feu Mr. De Lalande [...], 1730)

 


Ludovice Ensemble: Eduarda Melo, soprano; Sofia Diniz, viola de gamba; Fernando Miguel Jalôto, órgão

 

 

 

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FREI FERNANDO DE ALMEIDA (1603/4-1660)

Missa ferialis, in Dominica in Palmis, a 4
I. Kyrie  |  II. Sanctus   |  III. Benedictus  |  IV. Agnus Dei 

Lamentatio I in Feria V, a 8

Responsorium I in Feria V, a 8: In monte Oliveti
Responsorium II in Feria V, a 8: Tristis est anima mea
Responsorium IV in Feria V, a 8: Amicus meus
Responsorium IX in Feria V, a 8: Seniores populi

Benedictus Dominus Deus Israel in Feria V, a 8

 


Capella Patriarchal; Mariana Moldão, Inês Lopes, sopranos; Maria de Fátima Nunes, Rita Morão Tavares, contraltos; João Rodrigues, Frederico Projecto, tenores; Manuel Rebelo, Hugo Oliveira, baixos; Sérgio Silva, órgão; João Vaz, órgão e direcção

 

 

 

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OBRAS DA BIBLIOTECA DE D. JOÃO IV

 

ANTHONY HOLBORNE (1545-1602)
Pavan «Paradizo»
(Pavans, Galliards, Almains and other short Aeirs, 1599)

ANTONIO VALENTE (c.1520-c.1580)
Lo ballo dell'intorcia
(Intavolatura de cimbalo, 1576)

LUDOVICO GROSSI DA VIADANA (c.1560-1627)
Canzon francese in risposta
(Per sonar nel'organo li cento concerti ecclesiastici, 1602)

SAMUEL SCHEIDT (1587-1654)
Canzon «Cornetto»
(Ludi Musici, 1621)

MANUEL RODRIGUES COELHO (c.1555-1635)
Tento do quarto tom
(Flores de música, 1620)

NICOLÒ CORRADINI (1585-1646)
Suonata «La Golferama» a doi cornetti in risposta
(Primo libro de canzoni francese a 4 & alcune suonate, 1624)

MANUEL RODRIGUES COELHO
Kirios de 1º tom (5 versos)
(Flores de música, 1620)

EUSTACHE DU CAURROY (1549-1609)
Fantaisie a 3 sur «Une jeune fillette»
Fantaisie a 5 sur «Une jeune fillette»
(Fantasies en III, IV, V et VI parties, 1610)

GIOVANNI GABRIELI (c.1557-1612)
Toccata del secondo tono
(Il Transilvano, 1625)
Canzon in echo
(Symphoniae sacrae, 1597)

BIAGIO MARINI (1594-1663)
Passacaglia a 4
(Sonate da chiesa e da camera, 1655)

 


Cornetas & Sacabuxas de Lisboa; Tiago Simas Freire, Rodrigo Calveyra, cornetas; Hélder Rodrigues, António Santos, sacabuxas; João Vaz, órgão

 

 

 

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Capella Patriarchal

Criado em 2006 e contando com diversas apresentações em Portugal, Espanha e Alemanha, este agrupamento é um projecto destinado fundamentalmente à divulgação dos tesouros da música sacra portuguesa. Apresenta frequentemente obras inéditas, pautando-se por um cuidadoso trabalho prévio de investigação das fontes musicais, assim como por um intenso esforço de observação das práticas interpretativas das diversas épocas. A presença do órgão na formação do grupo permite não só a interpretação das obras em que o instrumento executa uma parte obrigada ou simplesmente o baixo contínuo, como também o repertório mais antigo, seguindo a tradição da polifonia vocal acompanhada pelo órgão ou por outros instrumentos. Tendo origem no trabalho de João Vaz em relação à música de órgão portuguesa dos séculos XVI a XIX, através do estudo directo das fontes, aborda a música vocal, contando para isso com a colaboração de cantores especialmente dedicados a este tipo de repertório. A Capella Patriarchal gravou em CD os Responsórios de Quinta-Feira Santa e Missa Ferial de Frei Fernando de Almeida, assim como os Responsórios de Sexta-Feira Santa de Frei José Marques e Silva. Estas gravações foram as primeiras integralmente dedicadas aqueles compositores.

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Cornetas & Sacabuxas de Lisboa

Depois de vários anos colaborando juntos em diversas orquestras nacionais em projectos de repertórios do século XVII (nomeadamente Orquestra Barroca Casa da Música, Orquestra Gulbenkian e Ludovice Ensemble), decidimos criar em Portugal um agrupamento que assumisse a identidade da nossa partilha humana e musical. E assim, num almoço entre dois ensaios, nasceram os Cornetas & Sacabuxas de Lisboa, um colectivo dedicado ao reanimar daqueles instrumentos de sopro em Portugal – instrumentos hoje raros que, formando uma só família, foram outrora símbolo de majestosidade cerimonial. Após formações em conceituados centros europeus de interpretação historicamente informada (Basileia, Lyon, Genebra) e participações em inúmeras masterclasses, cada um de nós consagra boa parte da sua carreira à investigação e prática de repertórios dos séculos XVI e XVII. Enquanto Cornetas & Sacabuxas de Lisboa, visamos principalmente a partilha e divulgação dos instrumentos que nos dão nome.

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Diana Vinagre

Após a conclusão dos seus estudos na Academia Nacional Superior de Orquestra em Lisboa, ingressa no Conservatório Real de Haia no Departamento de Música Antiga e Práticas Históricas de Interpretação na classe de violoncelo barroco de Jaap ter Linden. Nesta instituição conclui a Licenciatura e seguidamente o Mestrado, com distinção. Desde que se dedica à prática do violoncelo histórico, colabora como free-lancer com vários agrupamentos:, Orquestra do Século XVIII, New Dutch Academy, B'Rock, Orchestra of The Age of Enlightenment, Irish Baroque Orchestra, Holland Baroque Society, Al Ayre Español, Divino Sospiro, Forma Antiqua e Orquestra Barroca da Casa da Música. Toca regularmente sob a direcção de Enrico Onofri, Laurence Cummings, Mark Elder, René Jacobs, Vladimir Jurowsky, Simon Murphy, Bartold Kuijken, Christina Pluhar, Elizabeth Wallfisch, Alfredo Bernardini, Rinaldo Alessandrini, Frans Bruggen, Lars Ulrik Mortensen, Alexis Kossenko, Chiara Banchini. Em 2007 foi selecionada para integrar a Orquestra Barroca da União Europeia tendo-se apresentado como solista em várias ocasiões. Realizou várias gravações com Divino Sospiro, Sete Lágrimas, Wallfisch Band, Orquestra Barroca da União Europeia, Forma Antiqua. Além da sua actividade em vários países europeus, é o primeiro violoncelo da Orquestra Barroca Divino Sospiro. Em 2009 funda o Ensemble Bonne Corde que se especializa em repertório do século XVIII, tenho o violoncelo como ponto de partida.

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Eduarda Melo

Formada em Canto pela ESMAE do Porto, Eduarda Melo integrou o Estúdio de Ópera da Casa da Música e o elenco do prestigiado CNIPAL em Marseille. Foi galardoada com o 2º prémio do concurso internacional de Toulouse. É convidada para numerosos festivais na Europa e canta sob a direcção de maestros tais como Marc Minkowski, Jérémie Rohrer, Ton Koopman, Hervé Niquet, Jean-Claude Casadesus, Antonello Allemandi em prestigiadas casas de ópera (Glyndebourne, Marseille, Lille, Nice, Caen, Dijon, Paris, Lisboa). Em ópera destacam-se os papéis de Soeur Constance (Dialogues des Carmelites), Corinna (Il Viaggio a Reims), La princesse Laoula (L'Étoile), Rosina (Il Barbiere di Seviglia), Elvira (L'Italiana in Algeri), Norina (Don Pascuale), Musetta (La Bohème), Despina (Cosi Fan Tutte), Erste Dame (Die Zauberflöte), Rinaldo (Armida/Myslivecek), Stéphano (Romeo et Juliette), Frasquita (Carmen), Gabrielle (La Vie Parisienne), Valencienne (La Veuve Joyeuse), Noémie (Cendrillon), Spinalba (La Spinalba), Fedra (L'Ippolito/Almeida), Ascanio (Lo Frate Nnamorato), Zemina (Die Feen), Vespina (L'Infedeltà Delusa), Euridice (Orfeo ed Euridice) e Elle (La voix humaine). No âmbito da música contemporânea tem participado em criações de António Pinho Vargas, Nuno Côrte-Real, Luís Tinoco e Nuno da Rocha. No âmbito da música antiga colabora regularmente com Le Concert de la Loge (Julien Chauvin), Divino Sospiro e Ludovice Ensemble.

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João Vaz

Natural de Lisboa, João Vaz é diplomado em Órgão pela Escola Superior de Música de Lisboa, sob a orientação de Antoine Sibertin-Blanc, e pelo Conservatório Superior de Música de Aragão, em Saragoça, onde estudou com José Luis González Uriol, como bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian. É também doutorado em Música e Musicologia pela Universidade de Évora, tendo defendido, sob a orientação de Rui Vieira Nery, uma tese sobre a música portuguesa para órgão no final do Antigo Regime. Tem mantido uma intensa actividade a nível internacional, quer como concertista, quer como docente em cursos de aperfeiçoamento organístico, ou membro de júri de concursos de interpretação. Efectuou mais de uma dezena de gravações discográficas a solo, salientando-se as efectuadas em órgãos históricos portugueses. Lecciona actualmente Órgão na Escola Superior de Música de Lisboa. É actualmente director artístico do Festival de Órgão da Madeira e das séries de concertos que se realizam nos seis órgãos da Basílica do Palácio Nacional de Mafra (de cujo restauro foi consultor permanente) e no órgão histórico da Igreja de São Vicente de Fora, em Lisboa (instrumento cuja titularidade assumiu em 1997). Em 2017 foi agraciado com a Medalha de Honra do Município de Mafra.

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Miguel Jalôto

Estudou Cravo, Música Antiga e Práticas Históricas de Interpretação no Conservatório Real da Haia (Países Baixos) com Jacques Ogg. Frequentou masterclasses com Gustav Leonhardt, Olivier Baumont, Ilton Wjuniski e Laurence Cummings. Estudou também órgão barroco e clavicórdio, e foi bolseiro do Centro Nacional de Cultura. É Mestre em Música pela Universidade de Aveiro e Doutorando em Ciências Musicais na Universidade Nova de Lisboa como Bolseiro da FCT. É fundador e director artístico do Ludovice Ensemble, um dos mais activos e prestigiados grupos nacionais de Música Antiga. É membro da Orquestra Barroca Casa da Música, músico convidado da Orquestra e Coro Gulbenkian, e colabora com grupos especializados internacionais tais como Oltremontano, La Galanía, Vox Luminis, La Colombina, Red Herring e Capilla Flamenca, entre outros. Apresentou¬ se em inúmeros concertos em toda a Europa, Israel, China e Japão. Foi membro da Académie Baroque Européenne de Ambronay, da Academia MUSICA de Neerpelt e da orquestra barroca Divino Sospiro. Gravou para Ramée/Outhere, Brilliant Classics, Dynamic, Harmonia Mundi, Glossa Music, Parati, Anima & Corpo Conditura e Veterum Musica, bem como para as rádios portuguesa, alemã e checa, e os canais televisivos Mezzo, Arte e RTP. Dirigiu grandes obras do repertório barroco como as Vésperas de Monteverdi, missas e cantatas de Bach, oratórias de Scarlatti, e óperas de Lully, Charpentier e Bourgeois, em salas como a Fundação Gulbenkian e o CCB, e em festivais internacionais como Utrecht, Bruges e Antuérpia.

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Pedro Rollin Rodrigues

Foi aluno do Instituto Gregoriano de Lisboa. Estudou Canto com Ana Leonor Pereira, Elsa Cortez e Armando Possante. É licenciado em Direcção Coral e Formação Musical pela Escola Superior de Música de Lisboa, onde foi aluno de Vasco Pearce Azevedo e Paulo Lourenço (Direcção Coral) e de Maria Helena Pires de Matos (Direcção e Modalidade Gregorianas). Frequenta actualmente a Licenciatura em Direcção de Orquestra, na classe de Jean-Marc Burfin, na Academia Nacional Superior de Orquestra - Orquestra Metropolitana de Lisboa. Frequentou cursos de Direcção Coral com os maestros Stephen Cocker, Peter Phillips, Owen Rees, entre outros. É coralista do Coro Gulbenkian, do Ensemble Lusiovoce e do Coro Gregoriano de Lisboa. É membro fundador e director artístico do Ensemble Studio Contrapuncti. Integrou o corpo docente do Conservatório Metropolitano de Música de Lisboa. É director musical, maestro titular e professor de Coro da Schola Cantorum da Catedral de Santarém e membro do Coro Gulbenkian e do Coro Gregoriano de Lisboa.

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Schola Cantorum da Catedral de Santarém

Fundada em Agosto de 2012, pelo Pe. Joaquim Ganhão, a Schola Cantorum da Catedral de Santarém (SCCS) é uma escola de Música Sacra destinada a rapazes e raparigas com idades compreendidas entre 6 e 18 anos. O seu currículo académico, centrado no ensino das disciplinas de Coro e de Órgão, associado à performance frequente dos alunos-coralistas na liturgia, faz da SCCS o único coro-escola oficiamente associado a uma catedral em Portugal, protagonista na reactivação da prática de música litúrgica de qualidade. A Schola Cantorum assume uma importante responsabilidade na liturgia da Catedral de Santarém. O currículo de ensino especializado, para alunos-coralistas dos 6 aos 18 anos de idade, está escalonado em graus de dificuldade progressiva, no Curso Geral; não obstante, podem ser admitidos à SCCS, para formação curricular, pessoas de qualquer idade, em Curso Livre. Aos pequenos cantores, junta-se, no coro da Schola Cantorum, uma secção de cantores profissionais. A SCCS é membro fundador da Federação Portuguesa de Pueri Cantores. A SCCS é apoiada e patrocinada pela Câmara Municipal de Santarém.

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Sérgio Silva

Mestre em Música pela Universidade de Évora, Sérgio Silva começou por estudar órgão no Instituto Gregoriano de Lisboa sob a orientação de João Vaz na disciplina de órgão e de António Esteireiro em acompanhamento e improvisação. Para além dos seus estudos regulares, teve oportunidade de contactar com diversos organistas de renome internacional, tais como, José Luis González Uriol, Luigi Ferdinando Tagliavini, Jan Willem Jansen, Michel Bouvard, Kristian Olesen e Hans-Ola Ericsson. Como concertista, apresenta-se regularmente, tanto a solo como integrado em diversos agrupamentos nacionais de prestígio, tendo actuado em Portugal, Espanha, Itália, Inglaterra, França, Alemanha e Macau. Enquanto investigador, tem realizado várias transcrições modernas de música antiga portuguesa. Actualmente, desempenha as funções de docência de órgão no Instituto Gregoriano de Lisboa e na Escola de Música Sacra de Lisboa, e é organista titular da Basílica da Estrela e da Igreja de São Nicolau (Lisboa).

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Sofia Diniz

Diplomou-se em violoncelo em 1998 na Escola Superior de Música de Lisboa. Como bolseira do Centro Nacional de Cultura e do programa Nuffic-Huygens do estado holandês concluiu os diplomas de Bachelor of Music em violoncelo barroco com Rainer Zipperling na Musikhochschule em Colónia e de Master of Music no Departamento de Música Antiga e Práticas Históricas de Interpretação do Conservatório Real da Haia (Países Baixos) e de Bruxelas (Bélgica) em viola da gamba com Wieland Kuijken e Philippe Pierlot. Sofia trabalha com vários grupos conceituados da música antiga como Ricercar Consort, Il Fondamento, Collegium Vocale Gent, Hespèrion XXI, The Spirit of Gambo, Ludovice Ensemble, Sete Lágrimas, e o Concerto Köln, entre outros. Apresentou-se em importantes festivais como o Bach Festival en Vallée Mosane (Bélgica), Folles Journée (Nantes) ou o Festival Oude Musik de Utrecht. Gravou a Missa Salisburgensis de Biber com Hespèrion XXI sob direcção de Jordi Savall; Schwanengesang de Schütz com o Collegium Vocale Gent e o Concerto Palatino, sob direcção de Philippe Herreweghe;; obras de Forqueray e Couperin, com Rainer Zipperling; e os álbuns Terra, Vento e Pedra com os Sete Lágrimas. Em 2018 lançou o seu 1º álbum a solo, a 1ª gravação mundial completa do Premier Livre de Pièces de Violle de Jacques Morel para a editora alemã Conditura Records, e que tem sido muito bem recebido pela crítica especializada em França, Espanha e Países Baixos.

 

 


 

 

 

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