185 ruimatos

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

755 retrato IMG 5061

 

» Sala do Piso 1


RUI MATOS - Através da Superfície

8 de fevereiro a 7 de abril

 

Pela superfície de um corpo sentimos toda a sua tensão interior. Pela linha projectamos e definimos o espaço que habitamos.
Cada escultura é a construção de um novo ser que me foi devolvido pela transformação que a memória em mim sofreu.
Depois cabe ao espectador o desejo de tornar seu este novo ser e dar acabamento à forma que lhe é própria.

 

Rui Matos, nasce em Lisboa em 1959. Vive e trabalha próximo de Sintra. Nos anos 80 frequentou o Curso de Escultura da Escola Superior de Belas Artes de Lisboa. Foi bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian em 1993. Em 1987 realiza a primeira exposição individual "Órgãos e Artefactos" em Lisboa com esculturas em ardósia. Segue-se "Primeira Ilha" e "Mediterrâneo" no Porto com esculturas em gesso-bronze. A primeira exposição em pedra é de 1991 "Enormidade Sequência e Naufrágio" a que se segue "Transformações-Relatos Incertos", "Objectos de Memória" e "Histórias Incompletas". Em 2008 começa a trabalhar em ferro com as exposições "A Pele das Coisas" em Lisboa no Teatro Camões, "Transformo-me naquilo que toco " na Giefarte , "Por Dentro" na Fundação das Comunicações, " O tempo, os lugares, a memória, a fortuna dos dias" no MU.SA em Sintra, "Transmutações" na Sá da Costa em Lisboa, "Histórias de outras Idades" no Convento do Espirito Santo em Loulé, "Perdido na viagem de regresso" Paços Galeria Municipal de Torres Vedras. Realizou esculturas públicas em Chaves, Durbac (Alemanha), Aveiro, Lisboa, Cascais, Oeiras, Caldas da Rainha, Vila Franca de Xira, Alfândega da Fé, São Pedro do Sul, Belver, Portalegre, Almada, Seixal e Vila nova de Gaia. Coleções: Caixa Geral de Depósitos, Museu Dr. Santos Rocha, Fundação PLMJ.