Frontpage Slideshow (version 2.0.0) - Copyright © 2006-2008 by JoomlaWorks
Início Outros Percursos EM VOZ ALTA 2020

755755 EMVOZALTA 2020

 

 

Artistas Unidos com a Poesia de Grandes Nomes Nacionais 

no Bairro dos Museus de Cascais

25 de janeiro a (21 de novembro 2020) 

 

 

A programação de Em Voz Alta, os nossos Poetas em 2020 começa com a leitura de poemas de Sophia de Mello Breyner Andresen, por Lia Gama e Jorge Silva Melo

Trata-se de mais uma aposta de Fundação Dom Luís I (FDLI) e da Câmara Municipal de Cascais (CMC) na Cultura, no âmbito da programação do Bairro dos Museus, trazendo a este concelho o que se faz de melhor no país, com figuras incontornáveis das artes em Portugal.
A entrada é gratuita nas sessões que decorrem mensalmente, entre janeiro e novembro de 2020.

O presidente da Fundação Dom Luís I, Salvato Teles de Menezes, salienta: "A Fundação recebe com grande satisfação a iniciativa Em Voz Alta, os nossos Poetas. Em 2018 e 2019, a obra de autores nacionais chegou a vários públicos graças a este projeto dos Artistas Unidos, que se revelou um verdadeiro êxito. Voltamos a apostar neste projeto, para que a Poesia portuguesa esteja mais viva do que nunca, agradecendo, desde já, a parceria dos Artistas Unidos e a sua aposta no público do Bairro dos Museus." 

As sessões de Em Voz Alta, os nossos Poetas surgem, pelo terceiro ano consecutivo, de uma parceria entre a FDLI, a CMC e o grupo de teatro Artistas Unidos, com o objetivo de celebrar a obra de poetas nacionais.

 

 

 

755 Jorge Silva Melo

 

Eu gosto de ler em voz alta, eu gosto de ouvir poesia lida pelos atores com quem trabalho, eu gosto de poesia lida para várias pessoas, eu gosto de leituras de poesia, sentir gente à volta das palavras suspensas do poeta mesmo como agora que é ao longe, por vias eletrônicas, mas são minutos que passamos juntos à beira de um poeta.

Jorge Silva Melo

 

Ler um poeta também é aquele que ele leu e aquele que marcou. Não consigo ler Carlos de Oliveira sem pensar em como ele leu Camões ou como foi lido por Gastão Cruz. Sim, o tempo presente é um arco entre o passado que morre e o futuro que vai começar. Serão muitos poetas, muitos poemas, de Pessanha a Manuel Resende, de Nemésio a Castro Mendes ... um vaivém de palavras medidas. É isso, uma poesia? Uma ininterrupta verdade? Um a um, poetas e poemas de agora, do passado, de sempre lido, relidos, desejados, poemas.

 

Jorge Silva Melo

755 EMVOZALTA 2020-11111

SOPHIA DE MELLO BREYNER ANDRESEN (1919-2004)  Entre 1939 – 1940 estudou Filologia Clássica na Universidade de Lisboa e publicou os primeiros versos nos Cadernos de Poesia. Casou com Francisco Sousa Tavares e foi mãe de cinco filhos, para quem começou a escrever contos infantis. Além da literatura infantil, Sophia escreveu também contos, artigos, ensaio e teatro tendo traduzido Eurípedes, Shakespeare, Claudel e Dante. Com uma linguagem poética quase transparente e íntima, ao mesmo tempo ancorada nos antigos mitos clássicos, Sophia evoca nos seus versos os objetos, as coisas, os seres, os tempos, os mares, os dias.

 755 EMVOZALTA 2 2020

ANTÓNIO RAMOS ROSA (1924-2013)  Poeta e crítico português, foi militante do Movimento de União Democrática e preso político. Trabalhou como tradutor e professor e como diretor de revistas literárias como Árvore e Cassiopeia. Em 1958 publicou O Grito Claro, o seu primeiro livro de poesia. A sua obra poética ultrapassa os cinquenta títulos, sendo também autor de ensaios, entre os quais se salienta A Poesia Moderna e a Interrogação do Real (1979-1980). É dele a máxima: poesia é a liberdade livre.

 

 

 

Os Artistas Unidos retomam as leituras Em Voz Alta os Nossos Poetas


Em parceria com a Fundação D. Luís I e a Câmara Municipal de Cascais

 

Os atores Catarina Wallenstein, João Meireles, Lia Gama, Luís Lucas, Manuel Wiborg, Maria João Luís, Nuno Gonçalo Rodrigues e Jorge Silva Melo lêem poetas portugueses Em Voz Alta.

Com um novo formato, os recitais serão disponibilizados através das páginas do Facebook do Bairro dos Museus e da Fundação D. Luís e do canal do Youtube da Fundação D. Luís I

 Serão pequenos pontos de poucos minutos com poemas do respectivo Autor e também de poetas que estão próximos próximos. Pois um poeta existe com aquilo que leu e aquilo que se lhe seguiu. Será assim que, em torno destas poetas, ouviremos os Artistas Unidos ler Camões, Camilo Pessanha, Nemésio, Mário Dionísio, Afonso Duarte, O´Neill, Mario Cesariny, Nuno Júdice, Garrett, Antero, Herberto, Manuel António Pina, Gastão Cruz. ..

 

 

755 emvozalta CARLOS DE OLIVEIRAon cópia

CLIQUE NA IMAGEM PARA ACEDER ÀS LEITURAS PELOS ARTISTAS UNIDOS

 

Carlos de Oliveira

Todos os sábados de 20 de junho a 18 de julho

 

CARLOS DE OLIVEIRA (1921-1981) Frequentou a Universidade de Coimbra nos anos 40 do séc. XX e é precisamente neste período que despertou para a escrita, no seio do movimento neorrealista, tendo publicado Turismo, o primeiro livro de poemas e Casa na Duna, o primeiro romance. Em 1953 publica Uma Abelha na Chuva, mais tarde adaptado ao cinema, considerada uma das obras mais importantes da literatura portuguesa do séc. XX. O livro de poemas Cantata marcou a evolução da sua obra poética, mencionada, posteriormente, entre uma poesia contemporânea de referência. Publicou em 1978 a obra Finisterra, renovadora do romance português.

 

 

 

755 emvozalta LUISDECASTROMENDESon

CLIQUE NA IMAGEM PARA ACEDER ÀS LEITURAS PELOS ARTISTAS UNIDOS

 


Luís de Castro Mendes

Todos os sábados de 19 de setembro a 23 de outubro

 

LUÍS FILIPE CASTRO MENDES (1950) Poeta e ficcionista português, diplomata de carreira, Luís Filipe Castro Mendes nasceu em 1950 e, ainda muito jovem, entre 1965 e 1967, foi colaborador do jornal Diário de Lisboa-Juvenil. Em 1974, licenciou-se em Direito pela Universidade de Lisboa. Teve atividade política militante antes do 25 de abril e entre 1974 e 1977, ano em que iniciou a sua carreira diplomática. Foi cônsul geral no Rio de Janeiro, embaixador de Portugal em Budapeste, Nova Deli, UNESCO-Paris e finalmente junto do Conselho da Europa em Estrasburgo. Foi Ministro da Cultura entre 2016 e 2018.

Publica o seu primeiro livro (Recados) em 1983, seguindo-se Areias Escuras (1984), Seis Elegias e Outros Poemas (1985), A Ilha dos Mortos (1991), O Jogo de Fazer Versos (1994), Viagem de inverno ( 1993), Correspondência Secreta (1995), Modos de música (1996) e Outras Canções (1998). De 2001 é o livro Os Dias Inventados e em 2011 publica Lendas da Índia, em 2014 A Misericórdia dos Mercados e em 2016 Outro Ulisses regressa a casa. Em 2018 publica uma coletânea de Poemas Reunidos.

 

 

755 emvozalta JOSEGOMESFERREIRA

 CLIQUE NA IMAGEM PARA ACEDER ÀS LEITURAS PELOS ARTISTAS UNIDOS

 

José Gomes Ferreira

Todos os sábados de 24 de outubro 20 de novembro

 

JOSÉ GOMES FERREIRA (1900-1985) Escritor e poeta português, estudou nos liceus de Camões e de Gil Vicente onde teve o primeiro contato com a poesia. Colaborou com Fernando Pessoa, ainda muito jovem. Está em todos os grandes momentos "democráticos e antifascistas" e colabora com outros poetas neorrealistas num álbum de canções revolucionárias compostas por Fernando Lopes Graça, com a sua canção Não fiques para trás, ó companheiro. A sua poesia encontra-se coligida em Poeta Militante (6 vols., 1977-78). No domínio da ficção, publicou O Mundo dos Outros (1950), Aventuras Maravilhosas de João Sem Medo (1963), Tempo Escandinavo (1969) e O Irreal Quotidiano (1971). Merecem também referência como suas memórias, com o título A Memória das Palavras (ou o Gosto de Falar de Mim) (1965).

 

 

 

755-1 Cópia de Manuel Resende

CLIQUE NA IMAGEM PARA ACEDER ÀS LEITURAS PELOS ARTISTAS UNIDOS


Manuel Resende

Todos os sábados de 21 de novembro a 18 de dezembro

 

MANUEL RESENDE (1948) Nascido no Porto e herdeiro, ainda que não assumido, das tradições literárias anarquista e surrealista tem dedicado grande parte da sua vida à poesia, quer como autor, quer como tradutor principalmente do grego. Estreou-se, em 1983, com Natureza Morta com Desodorizante, a que se seguiria. Em Qualquer Lugar (1998) e O Mundo Clamoroso, Ainda (2004). Em 2018 a editora Cotovia reuniu a sua obra em Poesia Reunida.

 

 

755-1 Cópia Antonio Franco-Alexandre

 CLIQUE NA IMAGEM PARA ACEDER ÀS LEITURAS PELOS ARTISTAS UNIDOS

 

António Franco Alexandre

Todos os sábados de 19 de dezembro a 15 de janeiro

 

ANTÓNIO FRANCO ALEXANDRE (1944) Estreou-se na década de sessenta, mas é a partir da publicação de Sem Palavras nem Coisas (1974) que a sua obra se afirma. Em 1996 reúne toda a sua poesia (com fundamental do primeiro livro, Distância) em Poemas. Em 1999, publicou Quatro Caprichos. A partir de 2000, publica mais três obras: Uma Fábula (2001), Duende (2002) e Aracne (2004).

 

 

 

755 Fernando Assis Pacheco copy

 CLIQUE NA IMAGEM PARA ACEDER ÀS LEITURAS PELOS ARTISTAS UNIDOS

 

Fernando Assis Pacheco

Todos os sábados de  16 de janeiro a 12 de fevereiro 

 

FERNANDO ASSIS PACHECO (1937-1995) Nasceu em Coimbra, onde se licenciou em Filologia Germânica e onde viveu até iniciar o serviço militar, em 1961. Na juventude, foi ator de teatro e redator da revista Vértice. Cumpriu parte do serviço militar em Portugal, tendo seguido como expedicionário para Angola, onde esteve até 1965. Nunca conheceu outra profissão que não fosse o jornalismo: deixou a sua marca de grande repórter no Diário de Lisboa, na República, no Jornal de Letras, Artes e Ideias, no Musicalíssimo e no Se7e, onde foi diretor-adjunto. Foi também redator e chefe de redação de O Jornal, semanário onde durante dez anos exerceu crítica literária, e colaborador da RTP. Cuidar dos Vivos (1963) foi o seu livro de estreia. Entre os demais livros que publicou, escolheu-se Variações em Sousa, Walt e Trabalhos e Paixões de Benito Prada.

 

 

 


O S   L E I T O R E S


 

 

 

ANTÓNIO SIMÃO


Tem os cursos do IFICT (1992) e IFP (1994). No teatro trabalhou com Margarida Carpinteiro, António Fonseca, Aldona Skiba-Lickel, Ávila Costa, João Brites, Melinda Eltenton, Filipe Crawford, Joaquim Nicolau, Gil Lefévre-Kiraly, François Berreur, Antonino Solmer, Jean Jourdheuil, Pedro Carraca, João Meireles e João Pedro Mamede. Integra os Artistas Unidos desde 1995, onde trabalhou em mais de 70 espetáculos como ator, encenador, assistente e produtor.

 

CATARINA WALLENSTEIN


Trabalhou com José Nascimento, Gael Morel, Manoel de Oliveira, João Botelho, Artur Araújo, Rúben Alves. Nos Artistas Unidos participou em Não se Brinca com o Amor de Alfred de Musset (2011-12), A Estalajadeira, de Carlo Goldoni (2013), Gata em Telhado de Zinco Quente de Tennessee Williams (2014) e Doce Pássaro da Juventude de Tennessee Williams (2015).

 

JOÃO MEIRELES


Tem o curso do IFICT (1992). Trabalhou com Luís Varela, Manuel Borralho, Ávila Costa, Adolfo Gutkin, Aldona Skiba-Lickel, José António Pires, o Pogo Teatro e o Teatro Bruto. Integra os Artistas Unidos desde 1995, onde participou, mais recentemente, em Gata em Telhado de Zinco Quente de Tennessee Williams (2014), As Histórias do Senhor Keuner de Bertolt Brecht (2015) e Jogadores de Pau Miró (2016).

 

JORGE SILVA MELO


Estudou na FLUL e na London Film School. Estagiou com Giorgio Strehler em Milão e com Peter Stein em Berlin. Fundou o Teatro da Cornucópia em 1973. Fundou em 1995 os Artistas Unidos de que é diretor artístico.

 

LIA GAMA


Estudou na Escola René Simon em Paris. Trabalhou no Teatro Estúdio de Lisboa, no Teatro Experimental de Cascais, na Casa da Comédia, no Teatro da Cornucópia, no TNDMII, entre outros, em peças de Gorki, J. Jourdheuil, Horvath, Jorge Silva Melo, Benjamino Joppolo, Ricardo Pais, Pirandello, Harold Pinter, Joe Orton, Bertolt Brecht, Jean Anouilh, Ustinov, Y. Jamiacque, Racine, G. Lobato,Natália Correia, Genet, Gombrowicz, Shakespeare, Santareno e P. Shaeffer, etc.

 

LUÍS LUCAS


Estreou-se em 1972 no Teatro da Comuna de que foi um dos membros fundadores. Em França estagiou no Théatre du Soleil e foi assistente de Jean Jourdheuil e Patrice Chéreau. Tem desde então trabalhado com o Teatro da Cornucópia, Osório Mateus, Teatro da Graça, Teatro Nacional D.Maria II e muito frequentemente no cinema com realizadores como João Botelho, José Álvaro Morais, Manoel de Oliveira, Solveig Nordlund, Jorge Silva Melo e Eduardo Geada.

 

MANUEL WIBORG


Estreou-se no teatro com Amo-te de Abel Neves (enc.: Almeno Gonçalves - Teatro da Cornucópia). Fundou os APA - Actores Produtores Associados para quem dirigiu Universos e Frigoríficos de Jacinto Lucas Pires. Trabalhou também com Jean Jourdheuil, Luís Pais, António Cabrita, Mala Voadora, Companhia de Teatro de Almada e Cortina de Fogo - Teatro Urbano. Na televisão é presença regular desde 1992.

 

MARIA JOÃO LUÍS


Estreou-se em 1985 n'A BARRACA. Trabalhou na Casa da Comédia, Acarte, Malaposta, Comuna, Cornucópia, TNDMII, Teatro do Bairro, TNSJ. Dirige atualmente o Teatro da Terra, sediado em Ponte de Sor. Interpretou várias peças na televisão, assim como séries e novelas. Nos Artistas Unidos participou recentemente em Doce Pássaro da Juventude (2015) e A Noite da Iguana de Tennessee Williams (2017).

 

NUNO GONÇALO RODRIGUES


É diplomado pela ESTC. Em 2013, em conjunto com João Pedro Mamede e Catarina Rôlo Salgueiro, fundou OS POSSESSOS. Nos Artistas Unidos participou mais recentemente em A Noite da Iguana de Tennessee Williams, A Vertigem dos Animais Antes do Abate de Dimítris Dimitriádis (2017), O Grande Dia da Batalha de Máximo Gorki e Jorge Silva Melo (2018) e Retrato de Mulher Árabe que olha o mar, de Davide Carnevali (2018).

 

PEDRO CARRACA


Trabalhou com António Feio, Clara Andermatt, Luís Miguel Cintra, João Brites, Diogo Dória e Maria do Céu Guerra. Integra os Artistas Unidos desde 1996. Recentemente participou em O Novo Dancing Eléctrico (2016), A Noite da Iguana de Tennessee Williams, O Cinema de Annie Baker e A Vertigem dos Animais Antes do Abate de Dimítris Dimitriádis (2017).

 

 



 

 

Agenda

<<  Abril 2021  >>
 Se  Te  Qu  Qu  Se  Sá  Do 
     1  2  3  4
  5  6  7  8  91011
12131415161718
19202122232425
2627282930