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CONTENTORES CASCAIS 2016

[ COBERTURA PARQUE - MARINA DE CASCAIS ]  11 junho a 31 de julho 2016


CONTENTORES CASCAIS 2016
 
contentores 2016 PROJETO 750
Cascais 2016 (Projeto)
 
 

O projecto CONTENTORES Cascais pretende, assumir um papel dinamizador ao adoptar um formato pouco convencional na arte pública contemporânea. Que se replica em manifestações de artistas reconhecidos no panorama artístico português mas sob uma vertente Site Specific – obra específica para o espaço.

 
 
CASCAIS 2016 - ARTISTAS
 

Alexandre Alves Barata (Xana) Nasceu em Lisboa em 1959. Licenciado em Artes Plásticas / Pintura pela Escola Superior de Belas Artes de Lisboa, 1984. Reside em Lagos desde 1984. Como um número importante de artistas da sua geração, Xana beneficiou do interesse que a pintura e a escultura encontraram junto do público no início dos anos 80. Formado pela Escola Superior de Belas-Artes de Lisboa (ESBAL) em 1984, integrou, com um grupo de alunos dessa instituição (Manuel João Vieira, Pedro Proença, Pedro Portugal, a que se juntou Fernando Brito, em 1986), o grupo Homeostética (entre 1983 e 1986). Em 1984, contudo, Xana partiu para o Algarve, fixando-se em Lagos. A sua obra parte de uma observação cuidada da realidade social do seu tempo. Xana utiliza as cores e objectos que preenchem o dia-a-dia da sociedade suburbana, e recontextualiza-os em peças que vivem justamente de um modo particular de combinar cor e forma. Essa assunção de que, no seu quotidiano, a sociedade actual soube dotar-se de uma qualidade estética, que preenche as suas necessidades a esse nível, está na origem do apelido «neo-pop» que parte da crítica contemporânea lhe tem dado; como está também na origem de uma natural vocação para intervir em espaços urbanos, que aliás tem sido reconhecida por diversas encomendas públicas. A intervenção na estação Saldanha do Metropolitano de Lisboa, feita a partir de dezenas de serigrafias sobre contraplacado que se distribuíam pelos longos corredores subterrâneos, é disso um bom exemplo.

 

António Olaio, nasceu em 1963, em Sá da Bandeira, Angola e vive em Coimbra. Professor no Departamento de Arquitectura da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra, tendo apresentado, em 2000, dissertação de doutoramento, construída a partir da obra de Marcel Duchamp. Director do Colégio das Artes e investigador do Centro de Estudos Sociais da UC. As suas performances levaram-no à música, tendo sido fundador do grupo Repórter Estrábico em 1986, e, desde 1995, as canções que compõem com o músico João Taborda integram frequentemente os seus vídeos e exposições.

 
 
cabrita 2010 750
Pedro Cabrita Reis Docas de Alcantara, Lisboa 2010

 

CONCEITO

 

Esta solução conceptual (Site Specific) compreende a necessidade de reabilitar e reavivar este espaço urbano em concreto sem perda de identidade ou transformação da sua forma mas, sim, como uma reorientação ou redefinição das prioridades na sua génese e propósito naquela específica localização.
Muito concretamente, em causa o objecto "contentor" enquanto parte de uma moldura especificamente urbana, que já lá está presente numa ocupação massiva e (aparentemente) de forma caótica e desorganizada, que se nos impõem e faz mal à vista.

Pretende-se o reaproveitamento de um espaço por objectos já previamente aí existentes, mas processando-os ao reorganizá-los e aprestando-os como um elemento tão importante para a obra como os próprios objectos artísticos.

Ao interiorizar as premissas anteriores e equacionar a localização do CONTENTORES Cascais em pontos-chave da zona balnear ( praia da ribeira de cascais ), este projecto visa também, extravasar a arte dos seus espaços tradicionais e ainda promover a utilização de lugares anteriormente alheios de propósitos museais, ao concorrer para a promoção na equidade ao acesso à cultura, elemento fundamental nas sociedades modernas de incremento de cidadania.

Sem cultura não pode haver plena cidadania.

Com esta orientação estética (mas também pragmática) acreditamos atingir um ideal conotado com a massificação do acesso à Arte, numa verdadeira manifestação do conceito de arte-pública na qual esta entra em contacto com o espectador de modo espontâneo, bastando que para que isso suceda existir um mínimo de esforço consciente da parte deste último.

A arte pública tem por característica privilegiar o lugar do espectador, ao tomar a iniciativa de promover o encontro quando "desce" do seu pedestal. Facilitando o acesso à sua percepção sensorial.

Contudo, não se trata somente do público que passa a ser entendido como motivo da localização invulgar da obra, mas também no próprio espaço envolvente. A paisagem em redor não funciona como um fundo, mas transforma-se na própria génese constitutiva e indissociável da manifestação artística.

 

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Alexandro Farto ( Vhils ) - Terreiro das Missas, Lisboa 2013

 

HISTORIA

 

Docas de Alcantara, Lisboa 2010
Luisa Cunha e Bruce Nauman | Pedro Cabrita Reis | Susanne Themlitz | Jose Pedro Croft | R2

 

Centro Cultural de Bélem, Lisboa 2011

Francisco Aires Mateus | Jorge Molder | Ines Amado e Sonia Boyce | Antonio Ole | Luisa Cunha

 

Guimarães Capital Europeia da Cultura, Guimarães 2012
Carlito Carvalhosa

 

Bienal de Liverpool / Tate liverpool, Liverpool 2012

Miguel Palma

 

Terreiro das Missas, Lisboa 2013
Pedro Cabrita Reis | Jorge Molder | Pedro Cabral Santo | Paulo Mendes | Veronique Burquoi | Alexandro Farto ( Vhils )

 

Fundação EDP, Lisboa 2014
Gabriela Albergaria | Luisa Mota

 

Fundação EDP, Lisboa 2015
Antonio Bolota | João Seguro | Susana Gaudencio

 

bolota 2015 edp 750
Antonio Bolota - Fundação EDP, Lisboa 2015

 

DIREÇÃO ARTISTICA

 

P28 Associação de Desenvolvimento Criativo e Artístico Explora a relação entre a cidade, espaços "não lugares" e cultura. Promove o desenvolvimento artístico no máximo das suas vertentes, reabilita mentalidades e aposta numa acção de responsabilidade social direccionada para a doença mental.

 

A P28 Também é Artista, alguém que defende uma posição singular e crítica, confrontando com o que nos é exterior. A P28 serve de intermediário entre o artista e o público, reunindo e disponibilizando espaços para encontros artísticos e, consequentemente, de partilha. As suas funções distribuem-se pela produção de projectos artísticos internos e fora de muros, como também pela apresentação de exposições, concertos, peças de teatro, entre outros.

 

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Jose Pedro Croft - Docas de Alcantara, Lisboa 2010
 
 
 
 

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